domingo, 9 de janeiro de 2011

Li o romance de Emmanuel: Há dois mil anos.
O que posso dizer se não as palavra: Perdão
Será que sirvo a Deus ou a César?
Sou Cristã?

E esse poema que Emmanuel fez para sua esposa Lívia:

Alma gêmea da minhalma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...

Quando eu errava no mundo,
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.

Vinhas na bênção dos deuses,
Na divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!...

És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!

Alma gêmea da minhalma,
Se eu te perder, algum dia,
Serei a escura agonia
Da saudade nos seus véus...

Se um dia me abandonares,
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus...

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Share on Tumblr